Márcio Adriano Honesko, Bacharel em Direito
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Márcio Adriano Honesko

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Bacharel em Direito,
apaixonado por Filosofia e o estudo científico da religião.

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Márcio Adriano Honesko, Bacharel em Direito
Márcio Adriano Honesko
Comentário · há 11 anos
Sendo assim, prezados e queridos amigos, senhoras e senhores que ora iniciam a escuta deste meu discurso, que hoje faço para contemplar uma melhor maneira de receber, de graça e sem custo, aquilo que já estão a receber — e posso compreendê-los —, peço-vos: busquem o conhecimento; amem o próximo; ajudem os que têm fome e sede de justiça; façam o bem moral nascer de dentro para fora.

Digo-vos: do ponto em que passo a compreender e para onde me encaminho com minha pesquisa, só nos resta definir o que queremos. E, se realmente o quisermos, somos todos livres para entender o caminho do conhecimento — do bem e do mal, da verdade e da mentira, da validade ou invalidade da norma jurídica.

Mas, se modificarmos o ensino sem critério, levaremos um rio de escuridão que poderá prejudicar não apenas um, mas a todos, pela falta de disciplina quanto à teoria e à busca pelo caminho da justiça. Cegaremos os mais prudentes e ataremos os mais frágeis, em um movimento de mão dupla, capaz de gerar um caos na humanidade, sem qualquer referência ao plano de retrocesso e descaminhos da filosofia pura — há muito esquecida —, comprometendo os avanços necessários à compreensão dos povos, ligados por uma única grande irmandade, sob um só governo mundial, distante do imperialismo ou das ditaduras causadoras de grandes males atentatórios à dignidade da pessoa humana em evolução — seja pela ausência de moral espiritualmente compreendida, seja por sua má interpretação.

Entendo que sempre houve motivo para alguém surgir em nossas vidas. Somos portadores do conhecimento — ou da pedra filosofal — e podemos unir nossas existências em um só propósito, rumo ao caminho da perfeição. Pois a maldade, que ainda impera irracionalmente, será vencida pela força do conhecimento profundo, que sintetiza as experiências históricas e filosóficas — inclusive aquelas vividas pelos pensadores do terror e do pânico — que geraram uma epidemia de conceitos vazios e sem propósito humano, incentivando a brutalidade do medo e desprezando as virtudes magníficas da metafísica aplicada ao ensino e da dogmática moralmente aceitável.

Aquelas ideias que um dia deram esperança ressurgirão, e tenderão a colidir no alto e sublime trono. E, sem resposta, cairão num abismo de escuridão e ruína da alma filosófica. Esta é a chave: o caminho para o conhecimento científico, além dos preconceitos de crença que dividem o homem do mundo do ser. Trago-vos a mais sensata de todas as ideias já existentes, agora reveladas com o véu retirado — véu que antes separava e não unia um ser ao outro, semelhantes, sim, mas não absolutamente iguais, tampouco passíveis de sê-lo — para consolidar as leis de causa e efeito dentro da realidade visível do tempo, avançando rumo a dimensões mais elevadas do que aquelas que até então se podia conceber.

Eis aí, por certo, textos constitucionais ainda demasiadamente atrasados. Seja de uma forma ou de outra, abrem-se portas e se iniciam ciclos para uma nova era, atenta aos desdobramentos jurisprudenciais, dissociados da antagônica persuasão que se contempla na dita integração aos textos legais. Só então saberemos distinguir e discernir os sinais das boas mudanças, que devem ocorrer na economia, na política e na tão almejada justiça.

Devemos, portanto, condenar toda roupagem ultrapassada e nos vestir com as novas vestes que nos legaram os sábios mestres pensadores. Não mais nos deixemos surpreender por ideias velhas e antiquadas, mas busquemos atingir um nível de Inteligência Superior, sem temor das verdades ocultas por longas décadas, até que se atinja o ápice da aspiração humana coletiva.
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Márcio Adriano Honesko, Bacharel em Direito
Márcio Adriano Honesko
Comentário · há 12 anos
O Código Civil preleciona que o corpo não pode ser lesionado a não ser em legítima defesa, estado de necessidade ou em estrito cumprimento dum dever legal, igualmente afirmado na parte geral do Código Penal. No período gestacional o feto é um ser hibrido, coletando os genes tanto do genitor quanto da reprodutora, neste interim é que o espermatozoide antes de subir as trompas feminina pode ser considerado um hóspede, mas a partir da fecundação e sua trajetória ao últero acontece um milagre aceitativo pelo corpo, por uma ligadura, indivisível até o parto, portanto, neste momento, uma vez que ao retirá-lo corta-se, ou melhor, amputa a vida que é dirigida por vários fatores, apenas alguns os mencionarei, o útero, a placenta o líquido amniótico e outros, ligados tão somente por um cordão umbilical. Por isso, o feto não pode ser considerado a um hospedeiro, mas parte de todo o corpo da mulher. Quando ela o lesiona faz ofensa contra si própria trazendo consequências terríveis.
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Márcio Adriano Honesko, Bacharel em Direito
Márcio Adriano Honesko
Comentário · há 12 anos
A meu ver, o amor não pode ser comparado à paixão. Vivemos sob a influência das ideias iluministas, dos contratualistas e em um capitalismo desenfreado. Qual é a diferença entre amor e paixão?

Primeiramente, defino o amor como inerente à humanidade do homem, não podendo sequer ser sinônimo de paixão, pois esta se relaciona à alma humana. O amor é fruto da bondade, conforme bem mencionado na epístola canônica; nesta mesma, orienta-se a fugir da paixão, que é vista como pecado.

Cristo pecou apenas uma vez: quando recebeu sobre si todos os pecados na Paixão. Veja que até o Salvador expressou sua paixão pelos homens. É equivocado imaginar que o fogo da paixão, como cantado por Renato Russo, tenha algum valor — mas o amor, sim, o tem, pois este é perfeito, ao contrário daquela.

Ninguém mata por amor. O ódio e a paixão, sim, caminham juntos — esses são capazes de levar o homem à escuridão dos sentidos, e, sem razão, fazê-lo ofender até a própria mãe. O Pai jamais mataria seus filhos, diferentemente da paixão, que pode levar à perda do amor.

Um exemplo dessa enfermidade psíquica manifesta-se quando um marido abandona a esposa e os filhos por uma amante. É isso amor? Que amor é esse que destrói um lar, uma família, uma história? Não, nobre amigo, é a paixão — esta, sim — que deve ser dominada pela razão, que nasce do amor.

O amor não está no sistema normativo, assim como a verdade também não, mas sim em um sistema de validade altamente científico. Somos submetidos à paixão por erro, e o maior deles é não acreditar no amor. O puro reside no estado metafísico, no mundo das ideias.
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